O partido Chega vai apresentar uma recomendação para a formação do “Programa Municipal de Fixação de Profissionais Públicos Essenciais”, na próxima reunião pública da Câmara Municipal de Setúbal, realizada a 23 de janeiro. A medida pretende apoiar funcionários públicos, com o objetivo de fixar esses trabalhadores no concelho.
Em nota de imprensa enviada ao Revela Arrábida, o Chega considera ser um “problema que afeta diretamente a vida dos setubalenses”, assumindo a medida como parte integrante das “responsabilidades” e “promessas” feitas à população.
“A recomendação defende que a autarquia deve considerar a disponibilização de habitações municipais a custos controlados, com prioridade para profissionais de saúde, professores, agentes da autoridade (PSP e GNR) e bombeiros, reconhecendo que os elevados preços da habitação são hoje um dos principais obstáculos à sua fixação em Setúbal”, pode ler-se no documento.
Para os vereadores do Chega na câmara municipal, António Cachaço e Edgar Jesus, a permanência dos profissionais em Setúbal serve para “assegurar serviços públicos mais estáveis, mais próximos e mais eficazes, seja na saúde, na educação, na segurança ou na proteção civil”, ao invés de existir “rotatividade, escassez de meios humanos e maior pressão sobre estruturas já exigentes”.
Os eleitos reforçam que o documento a ser apresentado “trata-se de uma medida que coloca em primeiro lugar o interesse da população e a qualidade de vida no concelho”.
“O Chega considera que Setúbal deve ser uma cidade capaz de atrair, valorizar e reter quem serve a comunidade, garantindo que médicos, professores, polícias e bombeiros tenham condições dignas para aqui viver e trabalhar”, conclui o comunicado.

