Presidente da concelhia do PSD de Palmela.
Nesta campanha presidencial, tem sido visível a estratégia de vários candidatos em conquistar o apoio de militantes da AD. Fazem-no abertamente, vangloriam-se com isso publicamente.
É legitimo que o façam, não há nada de ilegal ou imoral nisso, ainda para mais numa eleição presidencial onde o universo de votantes a conquistar são todos os eleitores portugueses e as candidaturas não são de partidos, estes apenas podem declarar apoio. Assim, alguns candidatos, que não só o apoiado pela AD, têm conseguido apoios de militantes do PSD ou CDS. A meu ver, isto acontece principalmente por dois motivos.
O primeiro, por ser o PSD o partido mais pluralista de Portugal, o mais interclassista. O partido que maior diversidade de ideias consegue alcançar no seu espetro político. No PSD, garantira livre expressão, o debate aberto e o respeito pelas diferenças está na nossa génese.
Ver alguns companheiros exercerem a sua liberdade de apoiar outros candidatos a Presidente da República, nunca foi, nos 51 anos de história do PSD, não é, e acredito que nunca será, causador de pressão ou ostracismo seja para quem for, num partido onde a democracia participativa impera.
O segundo motivo, é porque realmente os militantes da AD têm muito valor. Todos nos querem. E ninguém procura tanto por algo que não seja mesmo muito bom e prestigiante. A prova deste valor é que sempre que a AD se uniu em volta de uma candidatura, quem saiu vencedor foi Portugal.
Foi assim com o nosso fundador e criador da AD, Francisco Sá Carneiro, um exemplo de liberdade e democracia que nos ensinou que primeiro está o país, depois o partido e por último o bem pessoal. Foi assim com Pedro Passos Coelho que recuperou Portugal de uma bancarrota iminente, e nos colocou de novo no caminho do desenvolvimento económico.
É assim com Luís Montenegro num governo que tem mostrado ação, decisão, execução. Temos hoje um país com estabilidade económica, financeira e política. E terá de ser assim com Luís Marques Mendes!
Votar em Luís Marques Mendes é votar na estabilidade governativa, num guardião experiente da constituição e das instituições democráticas, em alguém que não precisa de dar provas do seu profundo conhecimento da política e da sua moderação.
No próximo dia 18, a AD deverá estar unida em volta do seu candidato, mas mais do que isso é imperativo que muitos portugueses que não votaram AD, votem Luís Marques Mendes!

