Segunda-feira, 23 Março 2026
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Setúbal vai ter “até ao final do ano” futura USF da Bela Vista concluída

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Numa visita à empreitada da futura Unidade de Saúde Familiar da Bela Vista, que decorreu a 25 de junho, André Martins, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, sublinhou que o projeto deve estar finalizado “até ao final de novembro”, considerando que a autarquia “é parte ativa, interessada e empenhada em garantir melhores condições de saúde para as nossas populações”.

O novo centro de saúde, construído num investimento superior a 3,5 milhões de euros, é realizada num “programa do tipo 5B”, informa a autarquia. Ou seja, com “duas unidades com capacidade para atender, cada uma, 10 500 utentes e uma Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados”.

“Tem capacidade para servir uma grande parte da população desta zona da cidade, na freguesia de São Sebastião, e vai substituir o atual centro de saúde do Bairro Santos Nicolau”, disse André Martins. “Esperemos que, depois, o Ministério da Saúde seja capaz de dar resposta necessária em termos de meios humanos qualificados, para preencher a capacidade de recursos exigida, para que este esforço possa ter efeitos concretos para servir, em termos de cuidados de saúde, as nossas populações”, afirmou o autarca.

Outro dos aspetos que o presidente destacou está relacionado com o alívio da pressão nos restantes equipamentos de saúde, nomeadamente o Hospital de São Bernardo, pensamento partilhado com o presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião, Luís Matos. “Traduz-se num benefício para aliviar a pressão as urgências do Hospital de São Bernardo e dá melhores condições aos utentes nas extensões dos cuidados de saúde primários do Bairro Santos Nicolau e de Vale do Cobro”.

A Unidade de Saúde Familiar da Bela Vista é terá quatro áreas funcionais, formadas por “zona da receção, gabinetes para prestação de cuidados de saúde, apoio administrativo e apoios gerais”, informa o Município, sendo “servido de acessos viários e pedonais, com lugares de estacionamento para utentes e funcionários”. A empreitada é financiada no âmbito de uma candidatura ao PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

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