A Câmara Municipal de Sesimbra desmentiu, no dia 9 de dezembro, um comunicado lançado pela Junta de Freguesia de Quinta do Conde. Em causa, está a organização do Mercadinho de Natal e do Chocolate, que tem sido alvo de críticas nas redes sociais.
Tudo começou no dia 7 de dezembro, quando a junta tornou pública uma acusação, onde era referia que a autarquia de Sesimbra não teria colocado “as luzes prometidas” com referência ao Natal, pela freguesia.
No mesmo comunicado, é referido que seria da responsabilidade da câmara a instalação de uma árvore de Natal com seis metros de altura e uma bola de Natal para fotografias no Parque da Vila. As mesmas não foram colocadas.
“A câmara municipal tinha conhecimento de que o mercadinho de Natal teria início. Infelizmente, não nos foi concedida autorização para montar as barraquinhas na zona relvada, uma vez que a câmara não quis que a relva fosse pisada. Como consequência, a área que nos foi autorizada para a realização da festa encontra-se em terra, e agora as pessoas estão a circular na lama, criando desconforto e dificuldades acrescidas para todos os visitantes e participantes”, diz a junta de freguesia.
Perante estas afirmações, a Câmara Municipal de Sesimbra decidiu responder da mesma forma, a partir dos canais sociais, onde desmentiu alguns dos assuntos mencionados pela junta.
“No caso da Quinta do Conde, a junta de freguesia contratou o evento a uma empresa externa, que garantiu a logística, sobretudo stands, iluminação e animação. Por parte da câmara municipal, foram disponibilizados quadros elétricos, água e recolha de lixo, conforme solicitado pela junta”, refere a autarquia sesimbrense.
Ainda no mesmo post, é referido que a câmara está a “apoiar as três juntas de freguesia da mesma forma” e que, durante os dias 13 e 14 de dezembro, irão existir dois momentos de animação no Mercadinho de Natal e do Chocolate, “previamente combinados com o presidente da junta”.
A junta de Quinta do Conde diz que irá “continuar a insistir” para que tudo seja resolvido, de modo à comunidade da freguesia poder usufruir de “um Natal digno, organizado e condizente com o esforço de todos”.

