Sexta-feira, 1 Maio 2026
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André Martins justifica o porquê de auditoria não ter analisado o atual executivo

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O presidente da Câmara Municipal de Setúbal, André Martins, justificou, durante a reunião pública de 18 de setembro, realizada pelas 9 horas, o porquê de a auditoria às contas da autarquia sadina, não ter feito uma análise ao atual executivo CDU.

Segundo o mesmo, o caderno de encargos assumido pela empresa independente, “engloba a vistoria da utilização de cartões de créditos e boletins itinerários de ajudas de custo”, de todos os membros do executivo, entre 1 de janeiro de 2017 e 31 de outubro de 2024.

Esta auditoria apenas mostrou resultados até 2021, onde finalizou o mandato de Maria das Dores Meira, pelo que, após essa data, “não foram utilizados cartões de créditos, nem boletins itinerários”. Ou seja, não existiu auditoria ao atual executivo, pois não havia nada para auditar.

“Nunca utilizei nenhum cartão bancário da Câmara Municipal de Setúbal. Em alguns pagamentos é obrigatório ter o cartão, mas ele é utilizado pelos serviços, eu não o tenho, apenas autorizo pagamentos. Utilizo todos os dias o carro do Município e nunca pedi ajudas de custo à câmara. Assim, é normal que a empresa não encontre nenhum registo a partir daquela data”, explica o presidente.

Os esclarecimentos, surgem após a auditoria denunciar um alegado crime de peculato, onde está em causa o “uso abusivo” de cartões da autarquia e o pedido “indevido” de ajudas de custo, por parte da ex-comunista, Maria das Dores Meira.

Segundo menciona a própria, através das suas páginas sociais, a auditoria tem “falhas técnicas graves, carece de provas e extrapola indevidamente para conclusões de natureza criminal”. Além disso, a concorrente à autarquia sadina, por movimento independente, vai avançar judicialmente contra os autores da auditoria, denunciando “fraude em período eleitoral”.

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