Quarta-feira, 28 Outubro 2026
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Três escolas de Setúbal vão fazer parte da REDEscolas AntiCorrupção

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Três escolas de Setúbal vão integrar a 6.ª edição do programa REDEscolas AntiCorrupção, durante o ano letivo 2026/2027, destinado a alunos do ensino básico e secundário, em escolas públicas, privadas e profissionais.

Criado pela All4Integrity, ação tem o objetivo de trazer a literacia anticorrupção e promover a integridade nos estabelecimentos de ensino. Este ano, a escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, a escola Profissional de Setúbal e a escola Secundária du Bocage juntam-se à iniciativa.

Nesta edição, a REDEscolas AntiCorrupção regista um novo recorde de participantes, ao reunir 108 escolas de todo o País. Isto representa um aumento superior a 600%, em relação ao primeiro ano da iniciativa, em 2021, que começou com 17 instituições de ensino.

A rede integra atualmente 84 escolas públicas e 24 privadas e reflete, segundo a All4Integrity, uma “crescente mobilização do setor educativo” em torno da promoção de uma cultura de integridade.

“Os resultados da avaliação da edição anterior evidenciam o impacto positivo do programa nos alunos participantes. De acordo com o Relatório de Avaliação de impacto (2025/26), a percentagem de alunos que considera a participação na REDEscolas importante aumentou de 54,0% para 67,6%, enquanto a familiaridade com os temas da corrupção e da integridade passou de 5,28 para 6,13 pontos numa escala de 1 a 10”, diz a associação em comunicado.

A participação das escolas de Setúbal, nesta 6.ª edição, constitui um “importante contributo”, no que toca ao “reforço de valores” junto das novas gerações, bem como a “afirmação do papel da educação” na prevenção da corrupção.

“Desde o lançamento, a REDEscolas AntiCorrupção tem vindo a afirmar-se como uma das principais iniciativas nacionais de educação para a integridade, envolvendo milhares de alunos e centenas de docentes em atividades pedagógicas que estimulam o pensamento crítico, a participação cívica e a reflexão sobre o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade mais íntegra”, finaliza.

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