Segunda-feira, 23 Março 2026
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Vítor Caldeirinha é o novo presidente da APSS

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O novo Conselho de Administração da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), nomeado pelo Governo, tomou posse, no dia 4 de agosto, com Vítor Caldeirinha a assumir o cargo de presidente. Acompanhado por Ana Lemos, Nuno Viterbo e Paulo Ventosa, como vogais executivos, Vítor também preside a Administração do Porto de Lisboa (APL).

A liderança de Vítor Caldeirinha não é uma novidade, já que o mesmo tinha assumido a presidência da APSS entre 2013 e 2016. Doutorado em Gestão pela Universidade de Évora, com formação académica complementar nas áreas da Economia e da Gestão Portuária, conta com mais de 30 anos de experiência no ramo.

Outro marco no currículo foi a presidência da Associação dos Portos de Portugal (APP), com representação junto de entidades internacionais como a ESPO, APLOP e Comissão Europeia, além de diretor-executivo da Intermodal Portugal. É, também, professor universitário, autor de vários livros e artigos científicos sobre gestão portuária, logística e intermodalidade.

Ana Lemos é licenciada em Direito e possui diversas pós-graduações nas áreas do Direito do Trabalho, Proteção de Dados, Marketing Público e Regulação Pública. Nuno Viterbo é arquiteto paisagista e atual chefe da Equipa Multidisciplinar do Gabinete de Requalificação e Imagem Urbana (GARIU) do município de Setúbal. Já Paulo Ventosa traz um vasto percurso no setor financeiro. Com experiência de mais de 20 anos no Grupo Santander, onde desempenhou funções de controller, gestor de orçamentos e projetos operacionais, bem como responsável por serviços técnicos de avaliação de imóveis.

Esta nova liderança conjunta da APL e da APSS surge, conforme anunciado em comunicado, num momento “estratégico” para os portos do continente, “marcado pela implementação de uma nova visão para o sistema portuário nacional”. Esta administração terá como desafios a “reavaliação das concessões na margem norte do Tejo” e a “criação de sinergias operacionais e comerciais entre os portos de Lisboa e Setúbal”, com o objetivo de “reforçar o desenvolvimento económico” da região e do País.

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